E, se eu estiver com a cara de pau bem enceradinha mais tarde, vou finalmente conhecê-lo.
15.12.09
14.12.09
Atualizações
Ainda não mudei de casa.
Recebi hoje minha guitarrinha natalina de Wii.
Estamos em fechamento, de novo.
Continuo ouvindo música velha e achando graça nisso.
Tenho tido uma propensão irresistível a escolher os pratos mais cheios de molho e, casualmente, também de macarrão.
Preciso de férias.
Amo meus amigos - que, por sinal, são todos loucos.
Ou seja: tudo na mais plena normalidade.
Recebi hoje minha guitarrinha natalina de Wii.
Estamos em fechamento, de novo.
Continuo ouvindo música velha e achando graça nisso.
Tenho tido uma propensão irresistível a escolher os pratos mais cheios de molho e, casualmente, também de macarrão.
Preciso de férias.
Amo meus amigos - que, por sinal, são todos loucos.
Ou seja: tudo na mais plena normalidade.
10.12.09
Pequena confissão
Tinha um jasmineiro todo florido perfumando a rua no caminho de casa. Em volta dele a calçada caiada de minipétalas denunciava: fazia tempo.
Já sinto saudade da Lapa.
Já sinto saudade da Lapa.
9.12.09
A arte de procurar apartamento em Pinheiros - parte VI
TIRARAM O NOSSO APARTAMENTO DO SITE!
TIRARAM O NOSSO APARTAMENTO DO SITE!
ELE É NOSSO! NOSSO! NOOOOOOOOSSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!
TIRARAM O NOSSO APARTAMENTO DO SITE!
ELE É NOSSO! NOSSO! NOOOOOOOOSSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!
8.12.09
Resolução de ano novo - parte II
Já comecei a lista.
No topo: "cumprir minhas resoluções de ano novo".
No topo: "cumprir minhas resoluções de ano novo".
Estou voltando pra casa (outra vez)
Aparentemente, terei uma casa muito em breve.
Vou ser mais feliz, na medida em que caixas lacradas com seus pertences, espalhadas por cômodos de uma casa que não é sua, comprovadamente diminuem a probabilidade de incidência de felicidade em pessoas.
Mas eu aprendi uma coisa, esse ano, e isso definitivamente não é papo de gente chata (ok, eu sou chata) que fica vendo moral da história em histórias aleatórias (ok, eu fico vendo moral da história em histórias aleatórias) ou que fica piegas com o fim do ano (ok, eu fico piegas com o fim do ano): nada é tão ruim que não possa piorar, e nada piora sem que você esteja preparado para isso.
Enfim, é que eu tava em Angola, e achava que ia chegar no Brasil e que ia reconhecer tudo e ia voltar a viver num ninho de tranqüilidade (rá! Como se houvesse ninho de tranqüilidade antes), e que voltar ia me salvar de tudo o que aconteceu lá e que me fez mudar e me desentender incrivelmente (cheguei até a encher o saco de uns e outros com essa balela antes, aqui mesmo, neste very blog).
E – tcham-nam! – nada disso aconteceu. Pelo contrário: volta e meia eu tava lá, lembrando da moça que, no começo do ano, me disse que 2009 ia ser um dos melhores anos da minha vida.
Melhor? Da vida? Tipo INTEIRA?
Então recapitulemos: resolvi ser freela e me soltar dos grilhões das redações, mas o dinheiro que entrou em caixa mal deu pro necessário, e eu passei a trabalhar feito uma mula – só que voluntariamente; fui expulsa do meu apartamento exatamente na hora em que eu tinha mais trabalho acumulado e tive que fazer mudança em dois dias, no meio de três fechamentos; minha vozinha morreu, deixando meu peito cheio de tristeza e de lembranças boas de sua voz pequenina; fora que eu não achei um grande amor, nem um médio, nem mesmo um pequeno.
Mas sabe que eu penei um bocado, mas fora um ou outro momento de pânico mode on eu sobrevivi? Pois é, menino. Sofri e chorei a Roberto Carlos, mas tô bem. A casa não caiu. E agora eu aparentemente terminei (mais ou menos) de reavaliar as coisas de minha própria vida e sei (mais ou menos) quais servem ou não servem pra mim.
Processo esse, aliás, que começou em Angola.
Bonito isso, hein?
* * *
(Aliás, alguém entende esses posts prolixos e ensimesmados, ou sou só eu?)
* * *
Mas a parte realmente boa de tudo isso é que, graças à ajuda de Bob, comprei uma guitarrinha do Wii de presente de natal pra mim mesma.
Now we're talking.
Vou ser mais feliz, na medida em que caixas lacradas com seus pertences, espalhadas por cômodos de uma casa que não é sua, comprovadamente diminuem a probabilidade de incidência de felicidade em pessoas.
Mas eu aprendi uma coisa, esse ano, e isso definitivamente não é papo de gente chata (ok, eu sou chata) que fica vendo moral da história em histórias aleatórias (ok, eu fico vendo moral da história em histórias aleatórias) ou que fica piegas com o fim do ano (ok, eu fico piegas com o fim do ano): nada é tão ruim que não possa piorar, e nada piora sem que você esteja preparado para isso.
Enfim, é que eu tava em Angola, e achava que ia chegar no Brasil e que ia reconhecer tudo e ia voltar a viver num ninho de tranqüilidade (rá! Como se houvesse ninho de tranqüilidade antes), e que voltar ia me salvar de tudo o que aconteceu lá e que me fez mudar e me desentender incrivelmente (cheguei até a encher o saco de uns e outros com essa balela antes, aqui mesmo, neste very blog).
E – tcham-nam! – nada disso aconteceu. Pelo contrário: volta e meia eu tava lá, lembrando da moça que, no começo do ano, me disse que 2009 ia ser um dos melhores anos da minha vida.
Melhor? Da vida? Tipo INTEIRA?
Então recapitulemos: resolvi ser freela e me soltar dos grilhões das redações, mas o dinheiro que entrou em caixa mal deu pro necessário, e eu passei a trabalhar feito uma mula – só que voluntariamente; fui expulsa do meu apartamento exatamente na hora em que eu tinha mais trabalho acumulado e tive que fazer mudança em dois dias, no meio de três fechamentos; minha vozinha morreu, deixando meu peito cheio de tristeza e de lembranças boas de sua voz pequenina; fora que eu não achei um grande amor, nem um médio, nem mesmo um pequeno.
Mas sabe que eu penei um bocado, mas fora um ou outro momento de pânico mode on eu sobrevivi? Pois é, menino. Sofri e chorei a Roberto Carlos, mas tô bem. A casa não caiu. E agora eu aparentemente terminei (mais ou menos) de reavaliar as coisas de minha própria vida e sei (mais ou menos) quais servem ou não servem pra mim.
Processo esse, aliás, que começou em Angola.
Bonito isso, hein?
* * *
(Aliás, alguém entende esses posts prolixos e ensimesmados, ou sou só eu?)
* * *
Mas a parte realmente boa de tudo isso é que, graças à ajuda de Bob, comprei uma guitarrinha do Wii de presente de natal pra mim mesma.
Now we're talking.
3.12.09
A vida é um doce
A gente recebeu hoje, na redação, uns quindins vindos diretamente do céu, entregues pelas mãos de dois ou três querubins (eram muitas caixas).
O que me fez pensar, enquanto sentia aquela textura de nuvem amarela na boca: a vida pode não ser exatamente doce (você pode não ter uma casa pra chamar de sua, por exemplo), mas vez em quando rola um quindim.
Sacou?
Ok, esquece, tô piegas hoje.
O que me fez pensar, enquanto sentia aquela textura de nuvem amarela na boca: a vida pode não ser exatamente doce (você pode não ter uma casa pra chamar de sua, por exemplo), mas vez em quando rola um quindim.
Sacou?
Ok, esquece, tô piegas hoje.
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